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O Verdadeiro Sentido do Natal

O Rei da história - texto de Letícia Thompson




Conta a história Que o Rei da glória Não tinha onde nascer.
E não foi em berço de ouro, Cercado de tesouros. Que Ele veio ao mundo.
Foi com humildade, Com toda simplicidade.
À nós se deu essa grande verdade:
Não importa onde você nasce,
Ou que você possui,
O mais importante É o que você é. Guarda seu coração, Tudo o que provém dele
Vai determinar sua vida.
Natal não é tradição, Nem troca de presentes,
É Deus vindo em forma de homem Para resgatar o próprio homem.
É o amor transformando-se em gente,
Para que o mundo seja diferente.
Ama-te a ti mesmo, Ao que está ao teu lado E ao que está distante,
O pobre, o necessitado, os sem esperança
E você vai ter entendido
A verdadeira mensagem do Natal.

Regis Danese - Meu Isaque

3 perguntas acerca das ofertas voluntárias



1. O que são as ofertas?
Em sentido etimológico poderíamos definir a palavra “ofertar” como “oferecer voluntariamente”. As ofertas são associadas a ajuntamento solene na Bíblia (Is 1.13). Lembre-se: as ofertas não são o dízimo. Há distinção clara. Em Deuteronômio 12.17 afirma-se: “Nas tuas cidades, não poderás comer o dízimo do teu cereal, nem do teu vinho, nem do teu azeite, nem os primogênitos das tuas vacas, nem das tuas ovelhas, nem nenhuma das tuas ofertas votivas, que houveres prometido, nem as tuas ofertas voluntárias, nem as ofertas das tuas mãos”. Saiba que não devemos ofertar o que sobra, mas sim o tudo que Deus colocar em nosso coração (II Co 9.7). Marcos 12.44 afirma: “Porque todos eles ofertaram do que lhes sobrava; ela, porém, da sua pobreza deu tudo quanto possuía, todo o seu sustento”. Esta é a diferença básica sobre o que é e o que não é ofertar. Êxodo 30.15 e 35.22 ensinam que tanto ricos como pobres, tanto homens como mulheres, devem dar ofertas para o Senhor.

2. Para que são as ofertas?
Jesus nos conclama a ofertar liberalmente por causas específicas. Devemos ofertar dinheiro (Ex 25.3), principalmente para obras especiais na Casa do Senhor. Ex 35 mostra como o povo ofertava para obras de construção: “e veio todo homem cujo coração o moveu e cujo espírito o impeliu e trouxe a oferta ao Senhor para a obra da tenda da congregação, e para todo o seu serviço, e para as vestes sagradas… os filhos de Israel trouxeram oferta voluntária ao SENHOR, a saber, todo homem e mulher cujo coração os dispôs para trazerem uma oferta para toda a obra que o Senhor tinha ordenado se fizesse por intermédio de Moisés”. É interessante notarmos que Moisés precisou proibir o povo para não trazer mais ofertas, pois já estava sobejando (Ex 36.6). Esdras também sente a voluntariedade do povo: “Alguns dos cabeças de famílias, vindo à Casa do Senhor, a qual está em Jerusalém, deram voluntárias ofertas para a Casa de Deus, para a restaurarem no seu lugar (Ed 2.68)… e, depois disto, traziam ofertas voluntárias ao Senhor (Ed 3.5)… bem assim a prata e o ouro que achares em toda a província da Babilônia, com as ofertas voluntárias do povo e dos sacerdotes, oferecidas, espontaneamente, para a casa de seu Deus, a qual está em Jerusalém (Ed 7.16). Portanto, diligentemente comprarás com este dinheiro novilhos, e carneiros, e cordeiros, e as suas ofertas de manjares, e as suas libações e as oferecerás sobre o altar da casa de teu Deus, a qual está em Jerusalém (Ed 7.17)”.

3. Por que ofertar?
Devemos ofertar porque é ordem do Senhor (Ex 25.2). Você sabia que era uma obrigação dos homens de Israel acima de 20 anos ofertarem ao Senhor (Ex 30.14)? Ofertar precisa ser uma disposição voluntária de nosso coração (Ex 35): “Tomai, do que tendes, uma oferta para o SENHOR; cada um, de coração disposto, voluntariamente a trará por oferta ao SENHOR: ouro, prata, bronze”. Devemos ofertar porque as ofertas, assim como o dízimo, são do Senhor (Ne 18.8), são sagradas (Ne 18.19) Deus apenas não se agrada com nossas ofertas quando as mesmas são vãs, isto é, quando as mesmas estão associadas com iniqüidade, pecados (Is 1.13). É por isso que Deus não aceita algumas ofertas (Sl 40.6). Se mudarmos esta associação, então, Deus se agradará dos sacrifícios de justiça, dos holocaustos e das ofertas queimadas (Sl 51.19).

Rev. Ângelo Vieira da Silva

Dieta Espiritual ? Nem pensar !


Vivemos na era das dietas: da lua, da sopa, da berinjela e tantas outras. Sonha-se diariamente com um corpo esculpido, sem os terríveis “pneus”, paz com a balança, perda de peso. Os esforços são muitos, às vezes chegando até à anorexia, isto é, redução ou perda do apetite.

Devido ao medo de engordar, evitam-se certos alimentos essenciais ao organismo como proteínas, carboidratos e outros. Pessoas com tal “neurose”, mesmo depois de emagrecer continuam se achando gordas.
 
Podemos fazer um paralelo com a vida espiritual. Corremos o risco de entrar numa dieta espiritual, às vezes sem percebermos. Passamos pela fase da comida espiritual rápida, por falta de tempo ou para não perder tempo. A vida já é tão corrida! Aderimos então, à oração com baixas calorias, sem adição de fé e perseverança. Em seguida vem a leitura light da Bíblia (do tipo caixa de promessa), sem muito compromisso com a Palavra, sem a meditação e vivência da mesma. Aí não podemos nos esquecer do louvor diet, isto é, da boca pra fora. É aquele que não alimenta as nossas almas e anda longe da verdadeira adoração.

Olha-se superficialmente no espelho e pensa que está forte, mas na verdade está muito mal.

Precisamos perceber que devemos nos alimentar de todos os sentimentos vindos de Deus, seguindo o que diz Paulo em Ef 3:17-19: “Que Cristo habite pela fé em vossos corações, a fim de que, estando arraigados e fundados em amor, possais compreender, com todos os santos, qual seja a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade, e conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios até a inteira plenitude de Deus”

Fazer uma dieta espiritual é renunciar o fruto do Espírito, é deixar de lado “o amor, a alegria, a paz, a longanimidade, a bondade, a benignidade, a fidelidade, a mansidão e o domínio próprio...” (Gl 5:22,23)

Paulo termina falando que contra estas coisas não há lei. Então, podemos e devemos nos alimentar a vontade o quanto quisermos e precisar.

O mundo tenta nos alimentar com o que considera melhor, no que diz respeito à promiscuidade, perversão sexual, lixo cultural, frieza e até mesmo espiritualidade movida pelo movimento do esoterismo, sincretismo religioso, e todas estas coisas são indigeríveis para quem tem o Espírito Santo.

Que tipo de vida queremos? Deus tem nos indicado a alimentação certa para um crescimento saudável, mas isso implica deixar de lado o marasmo, a preguiça, a moleza, a indisposição e todas as obras da carne (Gl 5:19-21).

Portanto, aí está o grande perigo que nos leva a dieta espiritual.
Onde está o seu coração? (Mt 6:21) ”Pois onde estiver o vosso tesouro, aí estará o vosso coração”