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Morre Cesino Bernardino, fundador dos Gideões Missionários da Última Hora

O pastor Cesino Bernardino, 81 anos, conhecido por ter fundado os Gideões Missionários da Última Hora, é chamado por muitos de “Pai de missões”. No final de junho, após ter realizado uma cirurgia, ele entrou em coma profundo.

Foram feitas diversas campanhas de oração lideradas pelo seu filho, pastor Reuel Bernardino, na expectativa de um milagre. Cesino tinha sérios problemas nos rins e nos pulmões.

Na tarde deste sábado (30) ele entrou em óbito, após passar mais de um mês na UTI do hospital Santa Catarina, em Blumenau.

A CIADESP emitiu nota oficial, anunciando que o funeral do líder pentecostal será no pavilhão dos Gideões Missionários nos próximos dias. O sepultamento ocorrerá na segunda-feira, dia primeiro de agosto.

Desde o anúncio do falecimento, as redes sociais foram tomadas de mensagens de condolências de pastores, líderes evangélicos e políticos. Além do presidente da CGADB, pastor José Wellington Bezerra da Costa, também manifestou seu pesar o pastor Samuel Câmara, presidente da Assembleia de Deus ministério Belém. O deputado federal pastor Marco Feliciano (PSC/SP) escreveu um texto no Facebook onde chamou Cesino de “herói da fé”.

Pastor fez história

Os GMUH surgiram no final da década de 1970, idealizado por Bernardino, recém chegado para assumir a Assembleia de Deus em Camboriú, Santa Catarina. Devido às grandes dificuldades financeiras da congregação, ele iniciou uma campanha de oração para que Deus o orientasse.

Segundo a revelação dada aos membros da igreja, que faziam reuniões de oração em suas casas, anunciou-se que a pequena cidade se tornaria referência para o país. Seguindo a tradição pentecostal, o pastor Cesino pregava constantemente em sua igreja e nas cidades vizinhas sobre o batismo no Espírito Santo.

Logo, ele reuniu uma equipe que, compartilhando de sua visão começou a preparar encontros de avivamento. No início da década de 1980, Bernardino realiza um congresso para os membros da igreja de Camboriú, o 1º Encontro de Missões, na igreja sede.

Na ocasião, foi comissionada a primeira missionária do ministério, enviada para a Argentina. Em pouco tempo surgiram outros. Criou-se uma tradição, que continua até hoje de realizar a cada mês de abril um evento similar em Camboriú.

Em 2016, celebrou-se o 34º Encontro dos Gideões, considerado o maior evento do tipo no mundo. Seguindo um crescimento contínuo com o passar dos anos, o encontro sempre reúne pessoas de todo o Brasil e também exterior.

De acordo com a organização do evento, cerca de 150 mil pessoas participam do encontro.

Nos últimos dias, 65 igrejas foram destruídas na África

Os ataques a cristãos na Nigéria, norte da África atingiu números assustadores. No primeiro semestre de 2016 o assassinato de cristãos por muçulmanos radicais é quase igual ao total de 2015. Pelos registros da Associação Cristã de Nigerianos-Americanos (CANAN, na sigla original), pelo menos 384 pessoas foram mortas somente por causa da sua fé, após ataques realizados por grupos como Boko Haram e mais recentemente pela etnia Fulani, que professa o islamismo.

O pastor Ade Oyesile, presidente da CANAN denuncia que o número de cristãos mortos este ano está perto de se confirmar como um triste recorde na história do país. Ele pediu ao governo nigeriano que tome providências para acabar com o massacre religioso.

“Todos nós devemos trabalhar duro para evitar esses assassinatos sectários que, aos nossos olhos, demonstram como o país falhou. Essa não deveria ser a nossa porção em nome de Jesus Cristo. Estes assassinatos covardes de cristãos no país devem parar agora”, disse ele em comunicado.

Para Oyesile, os cristãos são alvos fáceis, pois pregam a paz em vez de retaliação, não respondendo da mesma maneira. Em entrevista ao The Christian Post, afirmou que somente o arrependimento e o temor de Deus podem vencer a guerra contra o Islã radical.

“Boko Haram, Estado Islâmico, Al-Shabab são maus… e continuarão a se espalhar. Nós, cristãos, podemos ajudar… com as nossas fervorosas orações, pedindo a Deus sem cessar”, enfatizou, pedindo ainda que os líderes mundiais se unissem para que impedir que isso continue.

Ataques não são guerra étnica

Nos últimos dias, no Estado de Benue, pelo menos 133 cristãos foram mortos. Foram 65 igrejas destruídas, além de muitas propriedades invadidas e saqueadas. A etnia fulani, formada majoritariamente por pastores de gado, ocuparam quase todas as áreas dessa região. Eles vêm usando uma tática antiga, atacando comunidades cristãs e se apropriando de suas terras com a justificativa de superioridade religiosa.

Esses criadores de gado geralmente são nômades e no início do ano mataram mais de 500 moradores, a maioria cristãos. Isso forçou cerca de 20 mil pessoas a fugirem da área. O ocorrido foi considerado um dos piores ataques feitos pelo grupo desde 2010.

A Associação Cristã da Nigéria vem denunciando que embora a mídia tenha divulgado como “guerra étnica”, os conflitos não resultam de disputas econômicas, mas envolvem essencialmente questões religiosas, uma vez que os fulani são extremistas islâmicos.

O líder cristão Agostine Akpen denunciou à Missão Portas Abertas que existe uma grande possibilidade de escassez de alimentos, pois as invasões dos fulani arrasaram todos os tipos de produção agrícola, incluindo feijão, mandioca, arroz, milho, soja e amendoim. Os agricultores de vários estados da Nigéria, principalmente Benue, Taraba, Plateau, Kaduna, Nasarawa e Níger estão temerosos, pois sabem que se voltarem para suas fazendas serão mortos.

“Sabemos que se trata de mais uma jihad… Eles transportam armas sofisticadas e utilizam até armas químicas para destruir nossas comunidades. A guerra acontece normalmente à noite, quando todas as pessoas estão dormindo. A população está fugindo, as igrejas estão ficando vazias. Onde havia cerca de 2 mil membros, hoje há apenas 50. Nada está sendo poupado, nem mesmo as escolas ou centros de assistência social”, desabafou.

O fato é que a imposição da lei islâmica sharia no país tem motivado ataques religiosos em toda a Nigéria, se expandindo a partir do Norte do país, onde o Boko Haram lutava pela independência, declarando-se uma extensão do califado. Com informações World Watch Monitor

Radicais hindus prometem eliminar o cristianismo da Índia até 2021

Grupos radicais hindus na Índia estão tentando cumprir a promessa de eliminar o cristianismo do país até o ano 2021. Eles querem transformar o país em uma “zona livre” de igrejas e templos de qualquer outra religião. Liderados por Rajeshwar Singh, do Movimento Rashtriya Swayamsevak Sangh (RSS), desde 2014 eles promovem práticas designadas como “purificação religiosa”, e “reconversão”, sobretudo na região norte.

Seus brutais ataques incluem o sequestro e tortura de hindus convertidos a Jesus, no processo que eles chamam de reconversão. Igrejas são invadidas e colocam-se imagens de deuses hindus, no altar, além de uma pira com o fogo sagrado hindu. Depois, declara-se que a igreja e seus seguidores precisam de purificação, pois “são imundos”. Conforme anunciado, eles tentam livrar primeiro o interior rural, onde as autoridades são complacentes.

Anos atrás, todos os cristãos da aldeia de Asroi foram forçados a fazer parte dessa cerimônia e ameaçados de enfrentar terríveis consequências, caso não voltassem ao hinduísmo. O local foi transformado, desde então, em um templo hindu.

Além da violência explícita, o RSS vem usando outras “armas”. No início do ano, republicou um livro intitulado “Cristo Parichay” [Cristo era hindu], escrito em 1946, por Ganesh Savarkar.

O livro é uma grande especulação sobre a ligação dos ensinamentos de Jesus com vedas indianos, recheados de uma série de invenções, que contradizem diretamente a Bíblia.

Afirma que o verdadeiro nome de Messias era “Keshao Krishna” e ele foi resgatado da cruz por essênios, reanimando-o com plantas medicinais e levado para a região da Caxemira, onde morreu de velhice muitos anos depois. Para eles, o cristianismo é apenas uma seita do hinduísmo.

Mais recentemente, o governo indiano está tentando tornar nacional uma lei anticonversão, que já está em vigor em cinco dos estados da Índia. Ela cria uma série de dificuldades para os que nascem em família hindu e posteriormente abandonam a fé de seus pais.

Forçados a negar a Cristo


A missão Portas Abertas está divulgando mais um caso bastante simbólico do que passam os cristãos por causa desse movimento. Quando Neeraj [nome trocado por questões de segurança] tornou-se cristão, passou a ser perseguido por líderes religiosos na sua aldeia e até pelo seu próprio pai, que o agrediu.

Ele e mais dois cristãos sofreram uma emboscada de um grupo de radicais hindus que o espancaram durante quatro horas. Brandindo facas, diziam: “Se você negar sua fé em Jesus, poderá ir para casa”. Neeraj recusou-se, dizendo: “Não, ele é o meu Senhor. Eu nunca vou deixá-lo.”

No dia seguinte, os três foram levados para a delegacia de polícia local, acusados de tentar converter os hindus locais, algo que viola as leis anticonversão do seu estado. Logo, uma multidão reuniu-se em frente à cadeia e exigiram sua morte. Até os policiais passaram a ameaçá-los: “Vamos deixá-los nu e lhes dar um tratamento com eletrochoques”.

Após uma noite inteira de espancamentos e ameaças, os três cristãos concordaram em abdicar de sua fé em Cristo. “Eu estava com tanto medo que eu decidi obedecer”, confessa Neeraj.

Essa reconversão forçada possibilitou que Neeraj voltasse para junto de sua esposa Ritu. Mas ele caiu em si, chorando amargamente por ter decidido negar a Cristo. Decidiu fugir para outra cidade e, apesar de ameaças de morte, voltou a professar o cristianismo. “Não quero trair Jesus outra vez e por isso não posso voltar para minha aldeia”, finaliza.

Segundo a Portas Abertas, a Índia é o 17º país no ranking dos maiores perseguidores ao cristianismo. Contudo, muitos casos ocorrem nas zonas rurais, onde não há internet, por exemplo, o que significa que só são conhecidos – como o caso e Neeraj – caso a pessoa vá para uma outra cidade. Com informações de Christian Today

Missionário testemunha como tem alcançado vidas no Tibete

Irmão John* é um cristão chinês que tem servido a Deus entre os tibetanos há mais de 10 anos. O Tibete é uma região de planalto da Ásia, que fica ao Norte da cordilheira do Himalaia, conhecida mundialmente como a região mais alta, apelidada inclusive como “o telhado do mundo”. John comenta que não é fácil ser um missionário nessas terras. “Eu arrisco minha vida para alcançar os que eram considerados ‘inalcançáveis’, tendo que visitar os fiéis nos lugares mais distantes”, conta ele.

Recentemente, John foi desafiado a passar por uma experiência nova. Ele disse que uma tibetana convertida ao cristianismo e ex-muçulmana faleceu e ele foi convidado a realizar a cerimônia fúnebre de forma cristã. “O marido dela também é cristão e ninguém da família segue o cristianismo. Então, de acordo com a cultura familiar, os monges devem entoar as escrituras budistas durante três dias. Há muitos tibetanos de origem muçulmana que lutam com essa questão. Seja como for, eu preciso de sabedoria e muita estratégia para incentivar essas pessoas a honrar a Deus, mesmo que seja durante um funeral”, disse.

A população cristã cresce rapidamente na China, país que ocupa o 33º lugar na atual Classificação da Perseguição Religiosa. As autoridades continuam com a “campanha comunista para derrubar cruzes”, na tentativa de exterminar com as estruturas cristãs no país. Há dois anos, cerca de 1.700 igrejas tiveram suas cruzes apreendidas e alguns templos foram destruídos. Daí a importância de trabalhos voluntários e evangelísticos como o que John tem feito, embora debaixo de muitas dificuldades. Pastorear esse casal não foi uma tarefa muito fácil, segundo John, já que a maioria dos tibetanos vive como nômades em grandes altitudes. “Eu tive que viajar bastante para evangelizar essa família, mas eu não sei o quanto ainda consigo fazer isso. Atualmente, estou enfrentando alguns problemas de saúde, mas até quando eu suportar darei o meu melhor”, conclui John.

*Nome alterado por motivos de segurança.

Pedidos de oração

Ore pelo esposo da irmã que faleceu e pelos cristãos tibetanos. Que eles recebam orientação do céu para lidar com essas situações.

Interceda por John para que tenha a saúde restaurada e que reúna forças para cumprir seu ministério, até quando Deus quiser e permitir.

Ore pela igreja na China e pela proteção dos cristãos que enfrentam um ambiente hostil e violento.

Fonte: Portas Abertas

Morre Tim LaHaye, autor de “Deixados para Trás”

Nesta segunda-feira (25) morreu Tim LaHaye, o escritor americano autor da série “Deixados para Trás” em co-autoria com Jerry B. Jenkins.

Aos 90 anos, LaHaye sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) e foi levado para o hospital em San Diego, Califórnia (EUA) e após alguns dias entrou em óbito.

Em sua página oficial, a equipe do autor escreveu sua biografia, a forma como LaHaye conduziu seu ministério como pastor de uma igreja batista e como se tornou um dos 25 líderes evangélicos mais influentes dos Estados Unidos.

Seu trabalho como escritor foi o que o destacou em todo o mundo, são mais de 60 títulos publicados e 14 milhões de cópias vendidas.

A série “Deixados para Trás” é seu maior sucesso e o seu amigo e co-autor desse best-seller (que já foi filmado e ainda hoje é vendido em DVD em todo mundo) deixou uma mensagem nesse momento de despedida.

“Ele está no lugar onde ele sempre quis estar, sua partida deixa um vazio na minha alma”, disse Jenkins. “O Tim LaHaye que eu conhecia tinha um coração de pastor e viveu para compartilhar sua fé”, completou.

Morre a cantora Letícia Nunes, vítima de acidente de carro

A cantora Letícia Nunes faleceu na madrugada deste sábado (23), ela estava internada desde o dia 2 julho após sofrer um acidente de carro.

Letícia estava no mesmo automóvel que a cantora Amanda Ferrari e seu esposo, pastor Gunnar, voltando de um evento quando o carro foi atingido por outro veículo.

O casal não sofreu danos graves e logo foram liberados, mas Letícia Nunes sofreu um traumatismo craniano e ficou hospitalizada na cidade de Americana, no interior de São Paulo.

A notícia do falecimento foi confirmada na página oficial da cantora no Facebook através de sua assessoria.

“O Pai quis assim e levou Letícia para descansar. Nós que a conhecíamos sabemos o quão especial Letícia é. Ore pelo pastor Jonas, esposo de Letícia, por sua filha Ester e toda a família”, diz a nota oficial.

Letícia morava em Marabá, interior do estado do Pará, começou a cantar bem cedo, mas só lançou seu primeiro CD em 2012. O segundo trabalho foi lançado em 2015 e vinha cumprindo agendas em diversas igrejas pelo Brasil apresentando suas canções.

Levantamento aponta que mais de 3 bilhões de pessoas ainda não ouviram falar de Jesus

O “Ide” é um chamado que continua ativo, pois uma pesquisa recente concluiu que aproximadamente 3,1 bilhões de pessoas nos dias atuais ainda não ouviram falar de Jesus Cristo.

O levantamento foi feito pela organização cristã Joshua Project, que se dedica a identificar e mapear os grupos étnicos que mais precisam de atenção das agências missionárias.

Em termos de percentual, esse número é quase metade da população atual do planeta: 42,3%. E o pior cenário de difusão da mensagem do Evangelho é a Ásia, onde cerca de 60% dos habitantes nunca ouviram falar de Jesus.

De acordo com informações da Rede Super, a Joshua Project usa uma escala para definir o nível de penetração do Evangelho nos países, o que ajuda formar um panorama de compreensão a respeito de quais etnias não foram alcançadas.

Nesse cenário, quando um grupo tem mais de 10% de cristãos, então ele passa a ser considerado “significativamente alcançado”. Caso esse número varie entre 2% e 10%, é classificado “parcialmente alcançado”, e com taxas inferiores a 2%, a escala o considera “minimamente alcançado”.

Quando o cenário é olhado do ponto de vista de países, a organização considera “pouco alcançados” aqueles que tem mais de 50% de cristãos professos, mas não praticantes, que é o caso da região leste no continente europeu.

Os países classificados como “não alcançados” são aqueles que têm menos de 2% de evangélicos e menos de 5% de cristãos professos, como é a atual situação da Índia, que tem a segunda maior população do mundo.

No Brasil, que tem 309 grupos étnicos diferentes mapeados pela Joshua Project, existem 29 que ainda não foram alcançados. No entanto, esses grupos são uma minoria, pois apenas 0,1% do Brasil ainda não teve a oportunidade de conhecer Cristo, o que soma pouco mais de 118 mil pessoas.

Os países que mais precisam de missionários são a Saara Ocidental, que tem 99,9% da população muçulmana, e o Marrocos, onde existem apenas 12 mil cristãos professos, o que soma 0,2% da população.


Pastor prega que homossexualidade é pecado e fiéis abandonam culto

Assim que o pastor começou um sermão falando contra a homossexualidade, os membros da igreja começaram a sair. Um a um, a maior parte da congregação saiu do templo manifestando sua reprovação. T L Bates, que lidera uma Assembleia de Deus em Oklahoma, recusou-se a comprometer a Palavra de Deus.

Ele sabia que o tema despertava todo tipo de reação, mas não esperava esse tipo de reação de sua comunidade. Mesmo assim, continuou pregando.  A mensagem faz parte da série de sermões “Firestarters” [Fazedores de fogo]. “Eu usei Elias como exemplo desse ‘Fogo de Deus’, e de nossa necessidade de levantarmos uma geração tomada pelo ‘Fogo de Deus’, que não tem medo de enfrentar as falsas religiões (como o islamismo) e a cultura corrupta”, explicou Bates à revista Charisma.

Afirmou estar cansado de ver membros da comunidade LGBT dizer coisas negativas sobre o cristianismo e não serem criticados. Pelo contrário, por vezes recebem elogios. O mesmo acontece quando o assunto é a religião islâmica.

Para ele, a sociedade em geral está acostumada a isso. “Se nós [cristãos], falamos contra, somos chamados de intolerantes e nos censuram e dizem que não estamos sendo politicamente corretos“.

À frente da Igreja da Fé, de Oklahoma City, relata que desafiou os crentes para se levantarem “como uma geração que está espiritualmente em chamas, não sendo intimidados pelas falsas religiões nem cultura enganosa”. Lembra que a homossexualidade é um comportamento claramente condenado nas Escrituras. Tanto na prática sexual quanto na tentativa de se parecer com o sexo oposto. “Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus”, afirma 1 Coríntios 6:10.

Quando Bates afirmou que, como cristãos, todos tinham a obrigação de pregar “a verdade em amor e sem desculpas”, notou que as pessoas começaram a se levantar. Muitos balançavam a cabeça em sinal de desaprovação. Ele calcula que entre 50 e 75 pessoas, de todas as idades e raças saíram do templo.

Mesmo após o fim do culto, o pastor continuou enfrentando críticas por causa dessa mensagem. Uma pessoa deixou um bilhete anônimo no para-brisa do seu carro, reclamando de sua “intolerância”. Outros ameaçaram parar de entregar seus dízimos. Um grupo simplesmente nunca mais voltou.

Apesar de tudo isso, Bates disse que não irá ceder. “Ao longo de quase 40 anos de ministério pastoral, tenho visto que as coisas uma geração tolera, a próxima geração aceita como natural e a geração seguinte começa a participar. Na minha opinião pessoal, creio que a comunidade LGBT, assim como os islâmicos e muitos outros grupos possuem uma agenda que já não quer que sejamos tolerantes como seu estilo de vida e crenças, mas que o aceitemos e imitemos”, resume Bates.

O pastor acredita que é chegada a hora de a igreja estabelecer limites claros. “Essa questão dos banheiros trans é apenas a ponta do iceberg. Precisamos traçar uma linha e nos recusarmos a ficar escondidos atrás da ideia de tolerância e aceitação, mas corajosamente declararmos a Palavra de Deus, sem medo de homens”, sublinha.

Exorta os cristãos, em especial os pastores de todo o mundo, que parem de ser complacentes com “estilos de vida ímpios e as falsas religiões e não temam em falar o que é certo”. Analisando o que ocorreu em sua própria igreja, dispara: “É apenas mais uma evidência de que vivemos os últimos dias antes da vinda do Senhor e o julgamento final de Deus.” .

Em 1 Timóteo 1:9-10 está escrito que a lei  de Deus “foi feita para aqueles que estão contra a lei, para os rebeldes, para os que são contra a religião, para os pecadores, para os impuros, para os que não têm respeito por Deus, para os que matam pais e mães, ou para os assassinos. A lei também foi feita para os que cometem imoralidade sexual, para os homossexuais, para os que exploram os outros, para os que fazem juramentos falsos e para todos aqueles que são contra o verdadeiro ensino de Deus”.

Crianças são proibidas de frequentar a igreja na China

O Partido Comunista da China vem demonstrando que está disposto a impedir o avanço do cristianismo, que continua tendo um crescimento significativo. A denúncia da Missão China Aid, reportada pelo Christian Today, é que qualquer pessoa que levar uma criança para a igreja poderá ser processada.

Os membros das Igrejas na província central de Guizhou foram ameaçados por funcionários do governo que seus filhos não podem mais assistir aos cultos. Caso desobedeçam, no futuro não seriam autorizados a frequentar a faculdade ou a academia militar.

Nas últimas semanas, os cristãos foram impedidos de participar dos cultos de domingo. O pastor Mou, que lidera uma Igreja independente na cidade de Huaqiu, explica que as novas regras foram enviadas a todas as escolas. “Eles pretendem nos ‘purificar’ e querem que nos mudemos para a Igreja das Três Autonomias [controlada pelo governo]”, explicou.

A legislação chinesa proíbe que crianças menores de 18 anos recebam qualquer tipo de educação religiosa, uma prática histórica nos regimes comunistas. Com as mudanças na economia e na sociedade chinesa nas últimas décadas, o controle havia abrandado. Contudo, desde que Xi Jimping assumiu o poder, a perseguição religiosa ficou sete vezes maior.

Acirra-se a perseguição

Segundo relatórios da missão China Aid, desde 2008 é possível ver um aumento constante nos casos de prisões de líderes, fechamento e demolições de templos. De fato, as comunidades religiosas na China vivem o mais intenso ano de perseguição desde a Revolução Cultural (1966-1976), quando o país passou a adotar o sistema comunista.

Nos tempos de Mao Tsé-tung, o ateísmo foi um dos pilares para o estabelecimento da República Popular da China. Contudo, sua tentativa de exterminar toda forma de religião no país fracassou.

Ao longo das décadas seguintes, houve uma tentativa do Estado de assumir o controle das igrejas do país. A questão religiosa passou para segundo plano, enquanto o país mais populoso do mundo passava por profundas mudanças sociais e econômicas. Na década de 1970, Pequim anunciou que desistiria de tentar erradicar a religião organizada.

Com a ascensão do presidente, Xi Jinping, o discurso mudou. Segundo ele mesmo, a “gestão da religião é, em essência, a gestão das massas”. Atualmente, o país está entre os que mais perseguem os cristãos no mundo, segundo a missão Portas Abertas.

Estima-se que 90% das cruzes de igrejas consideradas “não oficiais” tenham sido retiradas à força. Pastores e os advogados que se opunham a campanha foram presos sob a acusação amplamente considerado como inventado pelas autoridades.

Cristão tem os dois braços decepados por não negar a Cristo

Os cristãos no Paquistão vivem um ambiente de constante perseguição por parte dos muçulmanos. Relatos de prisões, agressões e até mortes são relativamente comuns. Porém, um caso recente está chamando muita atenção.

Segundo a Associação Evangélica de Desenvolvimento Legal (LEAD, na sigla em inglês), Aqeel Masih, que trabalhava em um posto de gasolina na capital Lahore, foi sequestrado por extremistas islâmicos. Eles exigiram que ele renunciasse à sua fé, mas como se negou, teve os dois braços decepados.

A LEAD está fazendo a denúncia por que Maish já havia feito queixas contra os extremistas anteriormente. Mas a polícia ignorou a denúncia. Agora, após o crime bárbaro, quando ele foi até a delegacia de Ghalib, os policiais o afastaram dos repórteres para que não desse entrevistas.

O policial Ammara Athar, que investiga o caso, afirmou que três suspeitos foram detidos, mas negou que eles tenham decepado os braços da vítima. Segundo ele, Masih teve um acidente de trem. A versão oficial afasta a hipótese que tenha sido um crime cometido por motivações religiosas. Até o momento, a possibilidade de acidente não foi comprovada.

O coordenador da LEAD insiste na versão do seu cliente: “Os extremistas tentaram forçá-lo a abandonar o cristianismo e se convertesse ao islamismo. Aqeel não renunciou à sua fé cristã e contrariou os sequestradores. Após essa, os extremistas cortaram os dois braços dele e fugiram do local do crime”. Com informações de Christian Today

Missionários percorrem 160 km para entregar bíblias no AP

O mês de julho será especial para quatro missionários que irão pedalar pelo Amapá para distribuir bíblias para as comunidades ribeirinhas do interior do estado.

Serão cerca de 160 quilômetros percorridos de bicicleta por Mariana Canto, Vinício Quaresma, Thiago Oliveira e Paloma Macarena.

Eles sairão da comunidade de Vila Maracá, em Mazagão, a 34 quilômetros de Macapá, e seguirão até o município de Laranjal do Jari. A viagem segue pela BR-156 e deve durar três dias, de 27 a 29 de julho.

Os missionários estão acostumados com viagens longas de bicicleta, mas essa será a maior delas, como comenta Mariana. “Esse vai ser o maior percurso, serão 160 quilômetros de Maracá a Laranjal. O máximo que a gente fez até agora foram 60 quilômetros pedalando”.

A missionária de 22 anos acredita que será um grande desafio para o grupo. “Com certeza, esse vai ser o nosso maior desafio até agora”.

Tanto esforço para entregar cerca de 450 exemplares da Bíblia. Um desafio que faz parte de um projeto que pretende entregar 100 mil bíblias até 2050 em 20 cidades brasileiras.

“A gente já teve oportunidade de conhecer diversas partes do Brasil e a carência de bíblia atualmente é bem grande. Mesmo estando em 2016, a gente consegue ir em casas com pessoas que nunca tiveram acesso à bíblia”, disse a missionária ao G1.

O grupo também pretende ajudar as comunidades com trabalhos como a limpeza de casas, arrumar telhados e outros serviços.

“A gente crê que a Bíblia traz transformação. Não é só entregar a Bíblia, esse lance da transformação está ligado à ação. Além de fazer a entrega, a gente tenta melhorar a situação de vida daquela pessoa”, explicou Mariana.

O projeto precisa de doações que servem para comprar bíblias e ajudar nos custos do projeto. Interessados em ajudar essa obra pode entrar em contato com eles através do contato@abibliaemcadacasa.com.br.

Deputada pede “providências legais” contra professor que tratou sobre homofobia

Recentemente, Deneir de Jesus Meireles, professor de Biologia do ensino médio do Centro Educacional 6 de Ceilândia, Distrito Federal, pediu que os estudantes de sua turma debatessem em grupo os seguintes temas: homofobia, integração entre gêneros, pansexualidade, relações poliamorosas e transsexualidade.

A situação foi denunciada e chegou ao conhecimento de Sandra Faraj (SD), que é evangélica. Ela enviou um ofício à direção da escola, pedindo “esclarecimentos” e as “providências legais cabíveis”. Contudo, professores e entidades de defesa da educação estão se queixando da interferência da parlamentar na escolha do conteúdo pedagógico.

Para o Sindicato dos Professores, o ofício é uma forma de intimidar e constranger os professores. “O professor tem que ajudar os alunos a entender a sociedade, ele não pode ser cerceado ao tocar em temas importantes da atualidade”, explica Dimas Rocha, diretor da entidade.

O Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente do Distrito Federal também se manifestou, emitindo uma nota de repúdio. Segundo o documento, “É conhecida a saga da deputada que enviou o ofício, para que os temas de gênero e orientação sexual não sejam discutidos, o que não encontra base legal. O Conselho é afirmativo na necessidade de discussão dos temas de diversidade nas escolas para o estimulo de uma cultura da paz e tolerância”.

Deputada luta pela família


Em seu perfil do Facebook, a deputada afirmou que não será intimidada pelos movimentos de esquerda que a estão criticando. “As escolas não podem transformar as salas de aulas em lugares de formação ideológica de determinada corrente. As escolas devem reforçar o ensino das matérias fundamentais do currículo: a Matemática, a Língua Portuguesa, Ciências, Física, Química… o parlamentar tem o DEVER de fiscalizar a execução das leis e de APURAR denúncias da população”, escreveu.

No mês passado, a Câmara Legislativa aprovou o projeto de lei nº 137/2015, de autoria de Faraj. Ele obriga todas as escolas da rede pública de ensino fundamental e médio do Distrito Federal a incluírem em seus currículos, como tema transversal, a discussão sobre “valores de ordem familiar”.

Na sessão onde o projeto foi acatado por 17 votos a 7, ela declarou: “Os valores familiares estão ligados ao que cremos e estão acima de convicções ideológicas”. Com informações de Correio Braziliense

Magno Malta pede prisão perpétua para ex-marido de Bianca Toledo

A situação vivida pela pastora Bianca Toledo foi mencionada no plenário do Senado Federal em Brasília nesta quarta-feira (06). O senador Magno Malta (PR/ES), em seu discurso, usou o caso para reforçar seu pedido por leis mais rígidas no país para pedófilos condenados pela justiça.

Nos vídeos que divulgou durante os últimos dias, Bianca Toledo anunciou a separação e explicou que seu agora ex-marido, o pastor Felipe Heiderich revelou a ela sua homossexualidade, que sempre manteve escondida. Depois de confessar também um caso de pedofilia, tentou o suicídio, mas sem sucesso. Ele teve a prisão decretada e está na penitenciária de Bangu, no Rio de Janeiro.

No material divulgado nas redes sociais ontem (5), ela afirmou que como mãe de um filho pequeno, está passando por um dos piores momentos de sua vida. Também havia avisado que o senador Malta, que acompanha a situação iria se pronunciar.

Revelação chocante

Ao começar sua fala, Magno lembrou que liderou uma CPI da Pedofilia no país e, por conta das investigações padres e pastores foram presos. De maneira contundente, ele explicou não acreditar que existam líderes religiosos pedófilos. “O que existe são criminosos, que se valem da vida sacerdotal para poder abusar”, sublinhou.

Insistiu que a prisão perpétua seria a melhor opção nesses casos e disse esperar que Felipe e pessoas como ele “apodreçam na cadeia”. Caracterizou as pessoas que fazem isso de “repugnantes”. O aspecto mais chocante da fala do senador foi a revelação que a criança que o ex-marido de Bianca abusava era seu próprio enteado, José Vitório, de 5 anos.

O menino é fruto do relacionamento da pastora com Renato Pimentel, seu primeiro marido. Os dois brigam na justiça por causa das visitas ao filho. A separação não foi amigável, pois ela o acusava de traição e ele faz críticas ao comportamento dela depois que ficou famosa.

Assista na íntegra:


Jogos Evangélicos atraem 700 atletas de 60 igrejas

Neste final de semana acontece no Ginásio do Arena do Morro, em Natal, a segunda rodada do futsal masculino e a primeira rodada do basquete que fazem parte da 7ª edição dos Jogos Evangélicos do Rio Grande do Norte (JOERN).

O evento conta com o apoio de mais 60 igrejas que enviaram aproximadamente 700 atletas para competir nas modalidades de futsal, futebol de areia, basquete, vôlei, xadrez, karatê, judô e tênis de mesa.

As competições acontecem nos dias 2 e 3 de julho entre as 8h e as 20h, atraindo milhares de espectadores que acompanharão as partidas.

O JOERN é um evento promovido pela Rede Internacional Jesus Warriors no Brasil, tendo como principal objetivo promover o esporte e a integração dos cristãos do estado.

Ao longo desses 7 anos, as igrejas da região estão se tornando cada vez mais participativas, entendendo esse propósito de unidade em torno do propósito que é expandir a verdade da Palavra de Deus.

Para acompanhar as competições e saber mais sobre o evento acesse o site www.jogosevangelicosdorn.com.

Sátira ou ridicularização de religiões pode ser proibido no CE

Um projeto de lei apresentado no Ceará pede a proibição de manifestações que venham a satirizar, ridicularizar, menosprezar ou vilipendiar uma crença ou religião.

De autoria da deputada estadual Dra. Silvana (PMDB), o PL se refere a “encenações pejorativas, teatrais ou não, que façam menção a atributo ou objeto ligado a qualquer religião”. Até mesmo charges de humor que venham a ofender crenças.

O organizador que descumprir a lei, caso venha ser aprovada, irá pagar multa de 100 mil Ufir-CE, algo próximo a R$ 370 mil. O texto ainda torna impossibilitado que os mesmos organizadores promovam outros eventos públicos por até cinco anos sem que haja uma autorização do Poder Público Estadual e órgãos vinculados.

A autora deixa claro no texto que não se trata de proibição ou cerceamento de opiniões ou pensamentos, mas que respeitar a crença alheia é um dever.

“Discordar da religião alheia é um direito, mas respeitar a fé alheia, mesmo não concordando, é um dever”, afirma Dra. Silvana.

O PL apresentado fez com que o caso de uma apresentação teatral na Universidade Federal do Ceará fosse relembrado. O monólogo “Histórias Compartilhadas” virou polêmica por mostrar um ator derramando o próprio sangue na imagem de Cristo crucificado.

“O monólogo trouxe à discussão o limite necessário entre a liberdade de expressão e o respeito ao sentimento religioso”, diz Silvana. A deputada lembrou que até mesmo a Ordem dos Advogados do Brasil no Ceará (OAB-CE) criticou a peça teatral por ser um desrespeito à liberdade religiosa.

Ao falar sobre o PL, Ari Areia, o ator responsável pela peça, criticou o texto e disse que se trata de uma censura. “Esse tipo de projeto (de Silvana) lembra momentos obscuros do país, onde os artistas sofriam perseguição e tentativas de silenciamento constante”.

Em suas redes sociais, como citou o G1, o ator afirmou que não pretende deixar de realizar apresentações com esse monólogo e comemora o convite para se apresentar em outra universidade.

Para “conter terrorismo”, Rússia proíbe evangelização

As leis que restringem a liberdade religiosa na Rússia já impediram que a seita da Cientologia chegasse ao país. O Ministério da Justiça ordenou no ano passado a dissolução da organização, que contava com 10 mil fieis no país.

Agora, uma decisão tomada nos principais órgãos legislativos russos, a Duma e o Conselho da Federação, mostra-se favorável a coibir também a evangelização cristã. Segundo a revista Christanity Today, novas leis proíbem toda forma de proselitismo fora dos templos, incluindo pregação e distribuição de literatura. Isso afetará o trabalho missionário, bem como atividades evangelísticas ao ar livre. Nem mesmo reuniões em residências para esse fim ou divulgação online de qualquer grupo religioso são permitidas. As multas previstas são equivalentes a 2.500 reais para um indivíduo e até 50.000 para uma organização. Caso a infração seja cometido por um estrangeiro, ele será deportado.

As medidas são consideradas as mais restritivas na história pós-soviética da Rússia. Proposta pela deputada Irina Yarovaya, do partido Rússia Unida, acredita-se que a iniciativa foi da Igreja Ortodoxa, a religião oficial da nação. Com o nome oficial de “leis de vigilância e antiterrorismo” elas visariam a restrição ao crescimento do islamismo, mas se estendem a todas as outras crenças.

De acordo com Frank Goble, especialista em questões religiosas e étnicas na região, a identidade nacional russa vem sendo promovida por Vladimir Putin desde o início do seu governo. Agora, somente um veto do presidente mudaria as decisões do legislativo, o que parece improvável.

Para o pastor Sergey Rakhuba, presidente da Missão Eurásia, o anúncio gerou preocupação nas sete denominações autorizadas a funcionar no país. Os evangélicos russos são menos de um por cento da população. Eles estão convidando a comunidade cristã mundial a orar para que Deus “pode intervir milagrosamente neste processo”. Caso isso não aconteça, Rakhuba diz que eles estão preparados: “Mesmo se a lei passar, não nos impedirão de adorar e compartilhar nossa fé. A Grande Comissão não vale apenas para os tempos em que há liberdade.”

A associação de Igrejas Protestantes da Rússia divulgou uma carta aberta onde reclama da violação da liberdade religiosa e de consciência pessoal que a Rússia desfruta desde o fim do regime comunista. Na década de 1920, no governo de Stalin, foi implantada a proibição de todas as atividades religiosas fora das “igrejas registradas” e a proibição de os pais ensinarem sobre a fé aos seus filhos.

David Aikaman, professor de história e especialista em religião, afirmou à Christianity Today: “Não acho que podemos subestimar o desejo do governo russo de exercer controle total. Se a história serve como base, essas propostas revelam que o padrão de totalitarismo estão de volta ao país”.

De fato, desde 2012 está vigente na Rússia a lei “agente estrangeiro”, que oferece total controle ao governo sobre a atuação de qualquer liderança religiosa vinda do exterior. Os missionários estrangeiros têm dificuldades para a obtenção de vistos. Quando conseguem, precisam enfrentar uma complexa burocracia e estão sujeito a auditorias e restrições de suas atividades. Desde então, a presença de ONGs religiosas encolheu em um terço, de acordo com estatísticas oficiais.

Enquanto os evangélicos da Rússia orarem para que os regulamentos propostos são alterados ou vetado, eles têm ido no subsolo antes, e eles vão estar dispostos a fazê-lo novamente, disse Rakhuba.