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Vereador de SP é atacado por defender direitos cristãos

Existe Cristofobia no Brasil? O vereador Eduardo Tuma (PSDB), eleito pela capital paulista acredita que sim. Ele propôs a criação de uma lei que estabelece o “Dia de Combate à Cristofobia”, a ser lembrado em 25 de dezembro, dia em que tradicionalmente se comemora o nascimento de Jesus Cristo. Com o apoio da maioria dos edis da Câmara Municipal de São Paulo, a proposta foi aprovada em junho.

Contudo, o prefeito Fernando Haddad (PT) não sancionou a lei, alegando que ela estimularia “a separação entre religiões cristãs e outras religiões, além da população LGBT, prestando desserviço aos esforços que o conjunto do Município de São Paulo tem feito em prol da convivência pacífica com a pluralidade democrática”.

Defendendo a população LGBT, Haddad afirmou que os cristãos são maioria no país e que o PL apresentado por Tuma demonstra “intenção de provocar os defensores dos direitos das minorias”. No seu entendimento, a proposta vai contra o interesse público que preza pela “construção de uma sociedade livre, justa e solidária”.

O vereador Tuma, que é evangélico e já afirmou que pretende ser pastor no futuro, discorda da postura do prefeito. Ele pretende reapresentar o texto à Câmara, por entender que ele não fere a Constituição.

Procurado pelo Gospel Prime, ele afirma que “ao contrário do que diz o Haddad, a intenção dessa lei é pacífica e visa garantir a liberdade de expressão aos cristãos”. Tuma diz que luta pelo fim da “cultura de ódio” que se propaga na cidade de São Paulo.

Ele cita como exemplo as manifestações durante o desfile da Parada Gay na capital. Lembra que a transexual Viniany Beleboni, usou símbolos do cristianismo por dois anos consecutivos para atacar os cristãos, acusando-os de homofobia. O peessedebista acredita que a prática da homofobia é crime, mas não aceita que digam que todo cristão é homofóbico. “Embora para nós a pratica do homossexualismo seja pecado, aprendemos com Jesus que não devemos julgar. Pelo contrário, devemos amar o próximo”.

O vereador diz que está sofrendo perseguição política. Reclama que grande parte da imprensa o ridicularizou, ignorando um problema real. Conta ainda que Viviany Beleboni invadiu seu gabinete e ameaçou sua secretária.

Além de servir como vereador, Eduardo Tuma é advogado. Portanto, ao contrário do que lhe acusam, não está violando o conceito de Estado laico com sua proposta. Citando várias leis, entre elas a Declaração Internacional dos Direitos Humanos, ele afirma que seu objetivo é ver “todos os cidadãos sendo tratados com o respeito que merecem, incluindo os que professam a fé cristã”.

O político finaliza dizendo que nos últimos anos as minorias ganharam espaço político e considera isso positivo. Mas ele teme que possa haver uma inversão, onde todos que emitem opiniões contrárias ao ‘politicamente correto’ acabam sendo atacados.

“A voz de todos deve ser respeitada, porém a partir do momento que impedimos a voz do outro, perdemos o direito de expandir a nossa. Como cristão e representante do povo, defendo que todos sejam tratados da mesma maneira, mas não posso admitir que comprometam a liberdade de expressão e a liberdade de culto. Amar muitas vezes é falar a verdade e vou continuar fazendo isso”, finaliza.

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